quinta-feira, 5 de junho de 2008

Encontro inevitável!


Imagine expectativa de saber que vai encontrar seu "ex". Como diz a "galera" do direito, encontro líquido e certo. O que fazer? Além de, fazer escova do cabelo, limpeza de pele, comprar uma oupa nova e fazer aquela maquiagem, claro! Nada!! Não há nada a fazer, a não ser esperar. E essa espera é de lascar...
Explico: domingo é aniversário (2 anos) do meu afilhado (fofo, fofíssimo!), que também é afilhado do meu "ex"-husband. A mãe dele vai dar uma festinha, que por sinal será no salão de festas do meu prédio. Então, domingo nos encontraremos nessa festinha. E eu vou ser bem sincera com vocês, tô tendo uns momentos de pânico. Na maior parte do tempo fico pensando: Não adianta ficar em pânico, você pode dar de cara com ele a qualquer momento, em qualquer lugar. No meio da rua, afinal moram na mesma cidade (e convenhamos, o "centrão" onde moramos e freqüentamos é um ovo!) Então, pra quê essa ansiedade? Mas é pho... saber que vai encontrar! É diferente, sabe?! Por mais que você não queira, fica imaginando como vai ser, quando menos espera, tá ensaiando o que vai dizer...
Por causa desse episódio, tenho pensado muito nas pessoas que se separam e têm filhos. Caramba, deve ser "punk"! Afinal, esses encontros inevitáveis, às vezes, são quase que diários, ou semanais, pelo menos. De repente, é até mais fácil, porque você acaba "calejando", aconstumando, será que não? Ou será que é essa "pane" toda vez?
Sei não, só sei que tem horas que dá um pânico, uma vontade de sair correndo da festinha...ops, mas nem tô na festinha ainda...
Eri.

6 comentários:

Karina disse...

Temos um filho de 3 anos
e o contato acaba sendo mais frequente, mas nao menos criador de pânicos

amanhã é dia de ve-lo, e hoje tb ja ensaio como devo agir ou o que falar

acredite

pode ser que o tal do tempo ao tempo mude
mas até agor, em meses, ainda é tudo muito pho...

um beijo no seu coração

Marsyah disse...

Oi Eri.

Fiquei separada do meu lindo por longos 365 dias e temos uma filha.

Era muito difícil quando tinhamos que nos encontrar... nós dois sofríamos muito.

(Agora que ele me conta q tb sofria, pq na época achava que era só eu.)

Eu queria adiar, morrer, tomar um porre, ao mesmo tempo em que pedia a Deus pra chegar logo o dia e me encontrar com ele, nem que fosse só por algumas horas.

Graças a Deus, nos entendemos e voltamos... Ufa! Xô agonia!

Fica tranqüila, segura a ansiedade e bola pra frente.
Vai dar tudo certo!

Bjux!
Márcia.

Anônimo disse...

Estou separado há um mês com um filho (3 anos) e tutela partilhada.
O problema não é vê-la o problema é despedir-me do meu filho doi sempre, fico sempre pho...durante o resto do dia.
Custa muito mais despedir-me de alguem que gosta incondicionalmente de mim e eu gosto incondicionalmente dela (filho) do que de alguem que já significou muito para ti mas cada vez significa menos...

PA

Karina disse...

Vim te desejar "força" na peruca e muita boa sorte amanhã!

Esteja linda e seja vc, que com certeza, vai se destacar, pois é alguem muito especial!

Marcelo-Brother'sHouse disse...

Oi, Eri!Considerando a temática proposta por vc nesse blog, bem como as relações socialmente corrompidas na modernidade, é possível compreender que o casamento, a união estável ou mesmo o relacionamento entre duas pessoas que asseveram juras de amor eterno nada mais é do que a confluência de interesses, de modo que dessa estrutura nasceu um verbo de origem puramente humanista, a saber:GOSTAR.Segundo FREUD e JUNG,o gostar carrega consigo uma carga emotiva muito forte, de tal maneira que o objeto do gostar não é o indivíduo, mas sim a sensação de prazer que é dada ao que gosta.Nesse sentido, o gostar permanece apenas e tão somente enquanto durarem os efeitos propostos pela sensação, contudo o verbo AMAR é diferente, uma vez que propõe a força da permanência da compreensão.O problema,no entanto, do comportamento amoroso é o campo de existência do indivíduo,qual seja a EPISTEME.Agora terei de sair mas retorno outrora para complementar meu comentário.

Fernanda disse...

Ah quase 2 meses terminei um namoro de 2 anos e meio, to mal, to pessima, todo mundo diz q passa e eu não vejo melhora em nada, ao contrario, me sinto cada vez pior, principalmente ao vê-lo com outra,nesse fds vi os juntos, ela o abraçou e me olhou, engraçado como querem se promover com o sofrimento dos outros. Apesar de toda dor e sofrimento q me causou, não consigo esquecer,não qro de volta, qro apenas eskcer q um dia amei, sofri e chorei.
não sei se vou conseguir superar.