quarta-feira, 16 de julho de 2008

Dois olhares se cruzam - nesse momento parece que o mundo parou - como assim? Você aqui? Não há como fugir. "Oi, tudo bem?" "Tudo bem, e você?" Novamente parece que o mundo parou - que camisa é essa que eu não conheço? Mudou o corte do cabelo? Tá de cavanhaque? - Quem é você? Quem somos nós? Nós não somos mais nada. E você já não é aquele, aquele que era o meu amor. Talvez eu também não seja mais aquela, acho que não sou mesmo. Mas onde formos parar ? Que estranho, que vazio...
Foi assim que ontem à noite encontrei meu "ex" num "pub". Tinha acabado de entrar e a primeira pessoa que dou de cara? Ele. Nos cumprimentamos burocraticamente. E fui cumprimentar um amigo que estava com ele. Este conseguiu ser um pouco mais natural, assim como minha amiga que estava comigo foi com ele. Alguns minutos de conversa e ...vamos dar uma volta. Não voltamos a nos encontrar. Talvez tenhamos os dois evitado. Muito estranho, bizarro, a ausência de sentimento. Senti saudades, saudades do que fomos um dia. Mas ao mesmo tempo a sensação de que jamais seremos novamente. Será que acabou? Será, meu Deus?

Eri.

4 comentários:

Anônimo disse...

Você já refletiu se estes tipos de posts não estão expondo não só você mas o seu ex?

Anônimo disse...

Pra falar a verdade, não. Não havia refletido sobre isso, até porque não me identifico no blog. Não há nele referências a meu nome verdadeiro, onde moro ou qualquer coisa do gênero.
Essa nunca foi a intensão do blog. Aliás meus objetivos estão bem claros, trocar idéias sobre o processo de separação. Compartilhar a dor e tentar, dessa forma, atenuá-la.

Flavinha e Meu mundo disse...

Essa é a minha maior dúvida, é olhar pra essa pessoa eu me perguntar: Em qual momento das nossas vidas nos perdemos? E como não consegui perceber isso?
Talvez você tenha suas respostas, mas talvez não!
Por muito tempo eu busquei as minhas e não as encontrei. cheguei à conclusão de que nem tudo existe resposta.
Bjs

Street Cat disse...

Olá, separámo-nos há menos de seis meses, as coisas são demasiado complicadas para explicar. Descobri o vosso blog hoje e resolvi construir um que talvez me faça atenuar a dor sinto. Ainda o amo,ainda o quero, ainda é ele que me ocupa o coração. A razão é dele e a culpa é minha.


Quando se deixa de ter resperança e a creditar que será possível uma reconciliação?

Vamos caminhando n é?

Um abraço.